quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Contos produzidos pela professora e alunos

MINHA CACHORRA TURCA

Éramos crianças, eu e minhas irmãs, gostávamos de brincar pelo terreiro depois de ajudar nossos pais nos afazeres do sítio. A cachorra era nosso principal divertimento, amávamos aquele animal lindo, maior que nós, tinha a cor de mel, seus pelos brilhavam, fazíamos da Turca nosso cavalinho, pois subíamos e puxávamos seus pelos e ela nem se importava. Nossos pais nos observavam rolando no gramado e curtindo aqueles momentos engraçados e infantis.
Aconteceu que em uma época de nossa infância, começaram desaparecer todos os ovos do galinheiro e em seguida, também as galinhas. Mas como permitir que aquilo continuasse acontecendo, se essas coisas faziam parte do nosso principal alimento do dia a dia? Como continuar observando aquela cachorra aparecer de vez em quando com a boca suja com penas ensanguentadas?
Meus pais passaram a observar e a se perguntar: O que fazer? Um animal de estimação, tão querido por nossos filhos...
Nos dias seguintes, esperávamos, chamávamos e nada da Turca aparecer. Onde será que ela estava? Procuramos, procuramos e nada. Nosso pai, muito comovido sentiu-se obrigado a nos contar o triste acontecido: “Foi preciso matá-la, pois já não restava outra alternativa”.
Choramos e pedimos para que nos deixassem vê-la.
Quando chegamos de volta da mata que ficava próximo de nossa casa, eu dizia: “Pai, mãe, os corós tão levantando a turca!”
Então, podíamos ver o sofrimento nos olhos dos nossos pais.
Depois deste dia, Infelizmente, além do arrependimento do meu pai, para desespero de todos lá em casa , as galinhas e os ovos continuaram desaparecendo do galinheiro...
Nossa! que indignação! Era necessário mais do que nunca, preparar uma armadilha.
Que surpresa! Era uma raposa enorme!
Com este fato, meus pais aprenderam e nos ensinaram uma grande lição: Jamais julgar pelas aparências!
(Profª Rosane de Fátima da Silva Schiavo)






A ALEGRIA DAS MINHAS AMIGAS E MINHA TRISTEZA

Tinha gincana no sábado na escola. Ao acordar, me sentindo mal, não fui, voltei a dormir. Às dez horas da manhã me acordaram aos gritos e falaram para eu ir até a calçada. Quando saí do portão me deparei com meu cachorro morto na calçada. Aos poucos, foram se reunindo muitas pessoas em volta dele.
O causador da morte do meu cachorro foi embora e o deixou morto na rua. Liguei para meus pais avisando o que havia acontecido e então ele foi enterrado. Às 11 horas, minhas amigas passaram na minha casa para me dar boas notícias, em animação: Tínhamos ganhado a gincana e eu, perdido meu estimado cachorro.
(Amanda Sabbi, 8ºano A)





A PANELA DE PRESSÃO

Toda a história começou quando minha mãe foi fazer almoço e colocou cenouras para cozinhar na panela de pressão. Eu estava na sala e meu pai, deitado no quarto.
Minha vizinha chamou minha mãe para conversar no portão e eu fui também. Começou um barulho estranho, mas como estávamos fora da casa não escutamos muito bem. Quando entramos, percebemos que a panela estava a ponto de explodir e então minha mãe correu e desligou o fogo. Abriu uma tampinha em cima e começou a saltar uma água alaranjada que se espalhou pelo chão e paredes de toda cozinha.
(Tatielli Ludugério, 8º ano F)








O FALECIMENTO DO MEU TIO CHICO

Meu tio faleceu fazendo aquilo que ele mais gostava: Lavando seu cavalo. Ele era um cara muito bom como meu avô, que faleceu dois meses antes de meu tio, seu filho falecer. No momento em que ele estava lavando seu estimado cavalo, ele disse ao Felipe, seu filho que estava lá junto com ele: _ Vá lá chamar sua mãe que teu pai tá passando mal!
Só que não deu tempo de meu primo chamar sua mãe, pois naquele mesmo momento meu tio morreu.
Esta é uma homenagem ao meu tio e meu avô que morreram de infarto fulminante.
(Nathann Luiz Perini, 8º ano A)







A HORA DO DESESPERO

Em 2000 minha tia Eliane foi para os Estados Unidos. Ela morou lá durante cinco anos. Quando ela chegou, aconteceram muitas coisas na vida dela. Um dia ela foi assaltada dentro do apartamento dela. Os bandidos a deixaram presa dentro do banheiro, mas ela se safou desta. Três meses se passaram e chegou um amigo dela também dos EUA. Um dia eles brigaram, ele correu atrás dela com uma faca e na hora do desespero ela correu para o rumo da janela e como não tinha tela de proteção, ela caiu do terceiro andar. Ela ficou durante três meses na cadeira de rodas e depois de muletas. Ela conseguiu dar a volta por cima e hoje ela tem uma filha linda e é muito feliz.






BRINCADEIRA QUE ACABA EM TRAGÉDIA

Certo dia um menino tava assando castanhas com seus irmãos quando deu um ataque nele fazendo-o cai dentro do fogo. Rapidamente seus irmão procuraram ajuda e quando seus pais chegaram ele estava completamente desacordado, parecia morto. A ambulância chegou e levaram o menino ao hospital onde ele ficou durante seis meses internado entre a vida e a morte. Oito meses após o acidente ele precisou fazer uma cirurgia que poderia custar a sua vida. Foi necessário amputar seu braço direito, que estava todo queimado. Ele ficou com muitas cicatrizes, todo queimado, mas ele agradece a Deus todos os dias por ter sobrevivido.
Essa história aconteceu no Maranhão com meu tio Edjany.
(Rubylene Serrão Ribeiro, 8º ano F)




UM DIA NA PRAIA

Nas férias, fui à praia de Vitória com minha prima e irmã. Lá na praia estava muito bom, o sol maravilhoso naquele dia, todos nós estávamos nadando quando de repente o céu ficou nublado e começou uma tempestade de vento. Ficamos com muito medo. A ventania estava levando nosso guarda–sol e quando achei que não podia ficar pior, um
homem estava se afogando, foi o maior tumulto e quando os salva-vidas estavam chegando próximo, o homem já ia chegando na superfície sem respiração. A família muito abalada por não terem conseguido salva-lo, não queria deixar o corpo ser levado pela ambulância que demorou a chegar. Ver alguém morrer em sua frente e não poder fazer nada é triste demais!
Depois desta experiência, Decidi algo que vai mudar meu futuro: Quero ser médica para salvar vidas.
(Gabrielle, 8º ano F)

O ACIDENTE E A VACA

Meu primo foi para a casa dos seus tios sem avisar seus pais e quando chegou de volta levou a maior bronca deles.”Como é que você nem me fala e eu nem vi você sair?”
Quando ele chegou ao sítio dos tios, foi apartar as vacas do bezerro e uma vaca , brava, avançou nele e pisou em seu braço bem próximo ao coração. Ele, sangrando saiu em direção a sua casa que não era muito perto. Ele conseguiu chegar andando.
Seus pais apavorados levaram meu primo ao hospital na cidade e o médico deu vinte pontos por dentro e por fora do ferimento. Afinal deu tudo certo e hoje ele está bem.
(Larissa Elias 8 F)








O DESESPERO NA HORA DO BANHO

Eu, quando pequena não gostava de tomar banho. Minha mãe me chamava e eu me escondia.
Um dia ela me chamou e eu gritei que já ia. Eu fui, mas liguei o chuveiro e fiquei sentada em cima do vaso. De repente minha mãe entrou no banheiro e viu que eu estava sentada do mesmo jeito que entrei. Ela foi ao quarto pegar um cinto e começou correr atrás de mim.
No final da história, tomei banho é claro.
(Kelly Cristiane 8º ano E)












O DIA EM QUE O PAI DE MEU IRMÃO MORREU

No dia 21 de Abril de 2006, já era noite, nós lá em casa já estávamos nos preparando para dormir, quando minha mãe recebeu um telefonema lá de Ijuí, cidade onde morávamos antigamente e também onde o pai do meu irmão morava.
O telefonema não era um telefonema qualquer, vinha lá da casa dos avós do meu irmão. Foi quando vimos uma lágrima correr no rosto de minha mãe. Quando ela desligou o telefone todos queriam saber o que tinha acontecido.
Quando meu irmão ouviu a triste notícia, ele começou a chorar, ele não se conformava e falava: “Por que? Ele era tão jovem!!!”E Esta era a pergunta repetida por todos nós naquele momento.
(Pedro Henrique Boniatti, 8º ano A)




TRÊS CAMINHOS E UMA ESCOLHA

Tudo começou em uma bela tarde de sol no Rio Grande do Sul, quando eu, meus pais, meus tios e meus primos, fomos almoçar em Caaró “Santuário dos três Mártires, onde havia água benta que vinha de uma pequena nascente). Antes da hora do almoço, eu, meus primos e minha tia resolvemos fazer uma pequena caminhada trilha a dentro que era para durar dez minutos ou até menos. Checamos a carga das máquinas, arrumamos os calçados, pegamos comida para ir comendo e saímos.
Andamos um pouquinho e logo achamos a trilha que nos levava mata a dentro. Andamos até o final de uma pequena e estreita trilha até chegarmos à uma cerca onde havia uma placa. Nela estava escrito: “Para seguir em frente precisa ser estar autorizado pelo governo”. Minha tia que pelo jeito gostava muito de desafios, nos convidou e para seguir em frente, e nós, como sempre, aceitamos, pois adorávamos aventuras.
Logo adiante havia três caminhos diferentes e nós deveríamos escolher apenas um deles. Nós escolhemos o da direita que parecia mais largo e mais divertido, andamos bastante e encontramos vários caminhos diferentes. Íamos escolhendo sempre o da direita para seguir. Chegamos à famosa nascente do santuário. Quando percebemos, estávamos a mais de uma hora e meia de onde havíamos saído. Pensamos então que nossos pais deviam estar muito preocupados conosco e então decidimos que já era hora de retornar, só que a gente não enxergava o final da trilha, até que então encontramos um pacote de bolachas deixado por nossa tia no começo da trilha. Sabíamos enfim que era por ali mesmo que deveríamos seguir. Seguimos em frente e chegamos ao destino.
Ah, esqueci de comentar sobre os ratos, vacas, cobra e outros animais mortos que encontrávamos pelo caminho e à cada um, era um grito que minha prima medrosa dava.

(Renan Birck, 8º ano A)










A CICATRIZ

Era uma vez uma família que morava em uma fazenda e que tinha dois filhos, uma menina e um menino. Essas crianças cresceram e quando chegou a hora da menina ir à escola sentiram a dificuldade devido à distância, então a família mudou-se para a cidade. A menina já tinha sete anos e o menino tinha um ano e meio. A menina conheceu muitos amigos na escola e estava feliz, mas o menino que era travesso um dia resolveu dar injeção no seu cachorro. Foi então que ele pegou alguns palitos de dente e foi em direção ao animal. Ao cravar os palitos no cachorro, este virou e atacou o menino que carrega a cicatriz até hoje.

(Bruno Herklotz, 8º ano A)






A MORTE DOS MEUS PEIXES

Em um belo dia de sábado, no começo do mês de Janeiro de 2007, ganhei cinco peixes do meu tio. Quando cheguei à casa da minha avó, coloquei os peixes em uma jarra com água e bastante comida. No dia seguinte já havia morrido um dos peixes. Então dei mais comida e saímos para almoçar e passamos o dia lá, quando voltamos para casa da minha avó percebemos que os demais peixes também estavam boiando na jarra e todos mortos. Minha mãe me xingou porque dei comida demais para eles, então por algum tempo recebi o apelido de “assassina de peixes”, mas com isso, aprendi que os peixes não comem muito.
(Layala de Souza Goulart, 8º ano A)







O ESQUECIDO

Eu estava assistindo e brincando, quando fiquei com fome, fui preparar alguma coisa para comer. Coloquei a comida no fogo e voltei a brincar.
Horas mais tarde lembrei da comida e quando cheguei já era tarde demais. Tinha derramado e queimado tudo no fogão. Foi muito difícil limpar e o castigo foi grande igual a sujeira que eu fiz.
(Carlos Fernando, 8º ano A)
SEM BOLINHA E SEM INGÁ

Em um certo dia eu estava jogando ping-pong e a bolinha quebrou. Então eu e meu amigo Fernando fomos comprar outra bolinha. No caminho encontramos um pé de ingá. Meu amigo queria subir para pegar, porém deixamos para subir na volta.
Ao subir, percebeu que o galho começou a ceder devido seu peso, então eu subi, a árvore muito pequena e frágil quebrou e caiu na perna de meu amigo. No momento pensei que havia apenas machucado sua perna e só mais tarde fiquei sabendo que tinha quebrado.
Voltei correndo ao orfanato, mas não falei nada, pois estava com muito medo, sorte do meu amigo que uma mulher escutou o barulho e chamou uma ambulância. Sua perna foi engessada e acabamos sem bolinha e sem ingá.

(Luanderson Nascimento dos Santos, 8º ano C)

UM CONTO DE MINHA VIDA

Um dia meu pai e meu avô me chamaram para sair. Eu tinha uns três anos e meio. Saímos como de costume no final da tarde e eles tiveram a idéia de amarrar meu cachorro no guidão da minha bicicleta com uma corda.
Meu cachorro viu dois homens e resolveu sair correndo atrás deles, me puxando junto. A corda se soltou e eu voei longe. Caí muito próximo de uma pedra. Fiquei bem, mas foi um susto. Agora isso serve para lembrar e dar boas risadas.

( Bruna Sestrem, 8º ano C)










MINHA SAIA

Era uma quinta –feira, estava eu e minha amiga conversando ao celular, cada uma em um canto da área.De repente minha cachorra apareceu e começou a pular em mim que estava distraída falando com meu amigo. Ao pular em mim ela arrancou a minha saia. Nossa! Foi o pior mico. Que vergonha! Meus pais começaram a rir de mim. Outra dessas nunca mais.
( Ananda Amaro, 8º ano B)
O ACIDENTE

Sete anos após o casamento de meus pais eu fui gerado. Minha mãe já estava grávida quando minha avó faleceu. Meu avô estava desacreditado em Deus.
Um dia na colheita, estava chovendo e para não se molhar, meu tio segurava uma alavanca com o pé na embreagem, quando de repente a alavanca quebrou, meu tio escorregou e tirou o pé da embreagem. A colheitadeira deu um pulo para a frente e passou por cima de meu pai que foi parar na UTI e ficou em coma. Só no crânio foram várias fraturas. Teve de aprender tudo de novo e o mais incrível de tudo: Passou por tudo isso e ficou sem nenhuma seqüela. Hoje está aqui vivo e feliz com sua família.
(José Victor Sponchiado, 8º ano B)

Produções- "Sou especial e único"

MENSAGEM “O VERDADEIRO VALOR”

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 100 reais. Numa sala com 200 pessoas, ele perguntou: Quem quer esta nota de 100 reais?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse: Eu darei esta nota a um de vocês, mas primeiro deixem-me fazer isto! Então ele amassou a nota. Perguntou outra vez:: “Quem ainda quer esta nota?”
Todas as mãos permaneceram erguidas.
_ Meus amigos,. Vocês todos devem aprender esta lição:
Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela ainda valerá 100 reais.
Esta situação também se dá conosco.

MUITAS VEZES EM NOSSAS VIDAS, SOMOS AMASSADOS, PISOTEADOS E FICAMOS SUJOS, POR DECISÕES QUE TOMAMOS OU PELAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE VÊM EM NOSSOS CAMINHOS. ASSIM, FICAMOS NOS SENTINDO DESVALORIZADOS, SEM IMPORTÂNCIA. PORÉM, CREIAM, NÃO IMPORTA O QUE ACONTECEU OU ACONTECERÁ, JÁMAIS PERDEREMOS O NOSSO VALOR ANTE O UNIVERSO. QUER ESTEJAMOS SUJOS, OU LIMPOS, OU AMASSADOS, OU INTEIROS. NADA DISSO ALTERA A IMPORTÂNCIA QUE TEMOS. A NOSSA VALIA.

O PREÇO DE NOSSAS VIDAS NÃO É PELO QUE TEMOS, FAZEMOS OU SABEMOS, MAS PELO QUE SOMOS! SOMOS ESPECIAIS.
VOCÊ É ESPECIAL. MUITO ESPECIAL. JAMAIS SE ESQUEÇA DISSO!




COMENTÁRIOS DOS ALUNOS SOBRE A MENSAGEM

SOU UM SER ESPECIAL E ÚNICO



“SOU IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS, SOU AMADA POR TODA MINHA FAMÍLIA, SOU ÚNICA, NÃO HÁ NINGUÉM IGUAL A MIM E NUNCA VOU PERDER O MEU VALOR”.( Alana Cristina Bucmaier , 8ºA)



“ QUERO SER RECONHECIDO PELO QUE SOU E NÃO POR SER O FILHO DO DONO DO MERCADO”. ( Diones 8ºA)



“ SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE DEUS E SOMOS DIFERENTES NA IDADE, COR, ESTILO, ETC. SEJA SEMPRE VOCÊ MESMO, A ÚNICA PESSOA QUE PODE TE FAZER COMPLETAMENTE FELIZ É VOCÊ MESMO. SE VALORIZE!SE AME! (Marina 8º A)



“SOU ESPECIAL PORQUE SOU ÚNICO E PORQUE DEUS ME FEZ COM CARINHO. TODO MUNDO PODE SER ESPECIAL,É SÓ QUERER. SE VOCÊ FOR ESPECIAL PARA VOCÊ , TAMBÉM É ESPECIAL PARA DEUS”. (Pedro Henrique Boniatti, 8 A)



“NÃO IMPORTA SE SOMOS BONITOS OU FEIOS, NUNCA PERDEREMOS O NOSSO VALOR.” (Caroline 8ºA)



“NUNCA ESQUEÇA QUE VOCÊ TEM UM GRANDE VALOR, NESTE ANO VAMOS APRENDER MAIS E MAIS, PARA ASSIM CONSTRUIRMOS NOSSO CAMINHO. VAMOS CADA UM FAZER SUA PARTE PARA TERMOS UM FUTURO MELHOR.( GRAZIELE 8ºA)



“ O SER HUMANO NÃO É UMA FOLHA DE PAPEL QUE QUANDO SUJA É AMASSADO E NÃO SERVE MAIS, NUNCA PERDEMOS NOSSO VERDADEIRO VALOR”. MAIRA RIZZI 8ºA)



“ CADA PESSOA DEVE ENFRENTAR QUALQUER DESAFIO, DE CABEÇA ERGUIDA E DO SEU PRÓPRIO JEITO. CADA UM TEM SUA MISSÃO AQUI NA TERRA. QUEM TE AMA NÃO TENTA MUDAR TEU JEITO, MAS SIMPLESMENTE TE COMPLETA”. ( EDILEI ZAMARIOLI DE LIMA 8ºA)



‘ AS VEZES TROPEÇAMOS EM ALGUM OBSTÁCULO NA VIDA, MAS É COM ELE QUE APRENDEMOS A VIVER, PODEMOS SER HUMILHADOS, MAS CONTINUAMOS SENDO ESPECIAIS. DEUS NOS FEZ DIFERENTES PARA QUE POSSAMOS COMPLETAR UNS AOS OUTROS. (ANANDA 8º A)





“A HUMANIDADE É COMPLICADA, TODOS TEMOS DEFEITOS, MAS SOMOS ESPECIAIS, AS VEZES NÃO SABEMOS NOS EXPRESSAR, NÃO SOMOS COMPREENDIDOS, MAS OS QUE NOS AMAM TENTAM NOS ENTENDER E ESSAS PESSOAS TEMOS QUE GUARDAR NO CORAÇÃO.”( PRISCILA SEIBERT CORRÊA,8º A)



“ SERMOS ESPECIAIS E ÚNICOS, NÃO SIGNIFICA SERMOS MAIORE S E MELHORES, PRECISAMOS AJUDAR E COOPERAR COM OS OUTROS”(TAINARA 8º A)




“HOJE OS ADOLESCENTES ENCARAM PROBLEMAS COMO UM BICHO DE SETE CABEÇAS, NÃO TÊM AQUELA PERSISTÊNCIA, NÓS JOVENS TEMOS QUE TER CONSCIÊNCIA DE QUE DESISTÊNCIA É SINAL DE FRAQUEZA. (DIEGO LUIZ 8º A)





“ MUITAS VEZES TEMOS MAIS AMOR AOS BENS MATERIAIS DO QUE ÀS PESSOAS QUE CONVIVEM CONOSCO. TODOS TÊM SEU TALENTO, SUA DIFERENÇA, SUA CAPACIDADE DE CRIAR E ISSO FAZ A DIFERENÇA. A PAZ E A HARMONIA TORNA A SOCIEDADE BOA, UNIDA E FELIZ”. ( CARLOS FERNANDO 8º A)



“TODOS TEMOS O MESMO VALOR , SEJAM RICOS OU POBRES, MESMO QUE OUTROS NÃO NOS VALORIZEM, TODOS SOMOS ESPECIAIS E ÚNICOS”. (BRUNA CAROLINE 8º A)



“ TEMOS PENSAMENTOS NEM SEMPRE IGUAIS, EXISTEM PESSOAS DO BEM E PESSOAS DO MAL, O BRASIL É UM PAÍS CONHECIDO PELA ALEGRIA CONTAGIANTE DO POVO DAQUI. O VALOR PRÓPRIO É IMPORTANTE PARA QUE CADA UM SE SINTA BEM. (CAROLINA G. RIBEIRO.8º A)




“ CADA UM TEM SEU JEITO DE SER, SUA APARÊNCIA, SEU GOSTO. SEMPRE HAVERÁ UMA PESSOA QUE ESTARÁ AO NOSSO LADO ONDE QUER QUE VAMOS. UM GRANDE AMIGO SEMPRE ESTARÁ ALI PARA AJUDAR A ERGUER A CABEÇA E SEGUIR EM FRENTE QUANDO TIVERMOS IMA DECEPÇÃO”. ( RAFAELA JACOBOWSKY 8º A)




“ DESPREZAMOS OS MORADORES DE RUS, OS POBRES. OS VEMOS COM UMA VISÃO DIFERENTE. DEVEMOS NOS CONSCIENTIZAR E VALORIZAR ESSAS PESSOAS, POIS TODOS SOMOS ESPECIAIS”. ( BRUNO H. 8º A)






“ SE EU NÃO ESTIVESSE AQUI, SERIA UM A MENOS E PODERIA FAZER GRANDE DIFERENÇA. TEMOS QUE APRENDER A RESPEITAR O JEITO DE PENSAR, AGIR E SENTIR DE CADA UM”. ( JOÃO VICTOR 8º A)


“ NEM SEMPRE AS COISAS ACONTECEM COMO QUEREMOS OU PLANEJAMOS, MAS CONTINUAMOS SENDO ESPECIAIS, MESMO QUANDO NÃO ESTAMOS BEM CONOSCO”. ( ALEXANDRE BASSANI 8º A)



“ TODAS AS PESSOAS DEVIAM SE VALORIZAR E VALORIZAR O PRÓXIMO PARA QUE NÃO HAJA CONFLITOS E TODAS AS PESSOAS POSSAM MOSTRAR SEUS VALORESS”. ( RENAN BRUM BIRCK, 8º A)



“ NÃO PENSE QUE A VIDA JÁ NÃO VALE A PENA QUANDO TE DESVALORIZAREM! VEJA O OUTRO LADO ALEGRE DA VIDA. NÃO SE DEVE FAZER COM OS OUTROS O QUE NÃO QUERES QUE FAÇAM À VOCÊ.” ( AMANDA S. 8º A)


“ DEVEMOS SER GRANDES AMIGOS DE TODOS, NUNCA FIQUE COM MÁGUA E TENTE SEMPRE DAR A VOLTA POR CIMA” (NATHAN PERINI,
8º A)

“ AS PESSOAS QUE DESPREZAM ALGUÉM SÓ PORQUE ELE ESTÁ SUJO, NÃO SABE QUE ELE É TÃO IMPORTANTE PARA DEUS.” ( NELSON NETO, 8º A)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Trabalhando com placas







Com a intenção de trabalhar linguagem verbal e não verbal, levei para a sala slides de placas contendo erros ortográficos, interpretações diversas, falta de coesão, coerência e concordância. As placas despertaram curiosidade e os alunos debateram, criticaram, perceberam os erros e reestruturaram as mesmas.Observei o nível de leitura de cada um, sua capacidade de leitura e interpretação. Após, passamos para a segunda etapa da oficina onde sugeri que demonstrassem a linguagem verbal e não verbal e que placas eles achavam necessário ter no ambiente escolar. Para desenvolver a oficina, utilizamos revistas velhas e outros materiais. Foi desenvolvido leitura, interpretação, questionamentos e finalmente a produção. Estudamos as variantes linguísticas, a linguagem formal e a coloquial. Houve aprendizado interdisciplinar com artes.

PROJETO "LEITURA DE IMAGENS"

PROJETO



LEITURA DE IMAGENS











OBJETIVO GERAL

Levar os alunos à uma correta leitura e interpretação de imagens.











OBJETIVOS ESPECÍFICOS


- Ler e observar, que imagens ocupam um lugar privilegiado de formação e informação da sociedade moderna.
- Promover uma discussão sobre processos de recepção do leitor e produção de imagens.
- Levar os alunos a perceberem que imagens são meios importantes de persuasão de opiniões, pois o ser humano é profundamente visual.
- Fazer um estudo de imagens em legendas, charges, tiras e outros, para além dos estereótipos e das formas padronizadas.












JUSTIFICATIVA



No mundo atual, mais do que nunca, texto e imagem andam lado a lado. As imagens que acompanham as notícias, as entrevistas, as reportagens e os artigos, são elementos muito importantes para a compreensão dos mesmos. Estas imagens servem não só de apoio para o texto, mas também os complementam.
As imagens cotidianas muitas vezes passam sem percebermos, em nossa rotina. Então é importante levar os alunos a pensar desde as primeiras imagens que eles vêem desde quando se levantam até a hora em que dormem; até detalhes que fazem parte das diferentes paisagens de suas vidas.
Há uma preocupação com a valorização, análise e interpretação de imagens e este trabalho em sala de aula contribui muito para o desenvolvimento intelectual e o resultado do trabalho depende muito das informações adquiridas ao longo da vida.
































INTRODUÇÃO




Este trabalho será direcionado no sentido de o aluno participar mais ativamente das aulas de língua portuguesa, visualizando imagens variadas e fazendo comentários, interpretação oral e escrita, bem como estudando os conteúdos programáticos, associando-os às imagens.

Desta forma os alunos perceberão que todas as imagens do nosso dia a dia, é uma forma de expressar algo e cabe a cada um fazer a leitura visual destas imagens. Assim será aberta a leitura crítica em sala de aula através de questionamentos e debates.
































DESENVOLVIMENTO

Os alunos de oitavos anos do ensino fundamental trabalharam a interpretação de imagens durante todo o terceiro bimestre letivo de 2009. Começaram visualizando imagens em vídeo, observando e relatando sobre cada tema, após, em revistas, cada qual fazendo sua própria interpretação oralmente, comentando uma a uma as imagens escolhidas. Leram também o texto “circuito fechado”, modelo de relatório das imagens que vemos desde que acordamos até o momento em que dormimos, então os alunos observaram também em outros textos, durante a leitura, as referências do cotidiano comum dos adultos, fizeram debate e questionamentos, interpretando as imagens, fazendo comparações, identificando regiões, percebendo contrastes, a classe social, poder aquisitivo, preconceito, hábitos de higiene e principalmente nossas atitudes diárias.
Discutimos também sobre estereótipos da mídia com relação aos fumantes, por exemplo. Após leitura e apontamento dos objetos, cenários e ações dos personagens, os alunos produziram e ilustraram um texto informando através da escrita dos nomes dos objetos de uso pessoal e profissional, utensílios domésticos e utilidades, entre outros.
Após os alunos responderam algumas questões sobre o texto visto e também viram várias imagens no próprio livro didático, interpretando-as.
Estudamos alguns conteúdos já programados, associando-os ao tema. Ainda com observação de imagens, fizemos descrição subjetiva e objetiva de lugar, com adjetivos e comparações, retratando impressões, sensações e opiniões, imaginando onde e quando aconteceu a cena descrita. Trabalhamos narração em produção, observando comicidade da imagem no trecho da peça, espaço e tempo de duração do acontecimento; artigo expositivo, dando o máximo de informações sobre a imagem do trabalho infantil, o problema em si, possíveis causas e soluções; Vimos também imagens de família e produção de legenda; Observação de cartaz e comentário sobre o meio ambiente; discussão sobre idéias de consumismo; estudo de orações adverbiais com observação da foto de golfinhos; observação e análise de capa da revista Veja, discutindo a relação que existe entre imagem e texto da capa; observação do símbolo do teatro e vendo sobre o que tratava a comédia e a a tragédia; Interpretação de uma imagem que explica o que está acontecendo com o nosso planeta e possibilidades de escolha entre preservar ou não; Observação e relação entre duas fotos sobre o fenômeno do aquecimento global, com discussão sobre o tema e revisão de legenda com produção de reportagem.



TRABALHANDO COM CHARGES


Durante uma semana do terceiro bimestre, os alunos estudaram charges, tipo de comunicação composta geralmente de imagens e palavras que revelam um problema social. Seu objetivo é a crítica humorística, ou seja, denunciar um problema da sociedade de forma engraçada capaz de nos fazer rir e refletir sobre um tema tratado. Este desenho humorístico pode ou não ter legenda e balões que fazem críticas ou caricatura de algum acontecimento atual.
Após a leitura de diversas charges e a interpretação oral e escrita das mesmas, os alunos produziram suas próprias charges, levando posteriormente para outros alunos lerem.






























TRABALHANDO SOBRE ESTILOS



Toda a criação que apresenta traços individuais, inconfundíveis.
Começamos o assunto partindo também de imagens, com questionamentos sobre o que é estilo, fazendo comentários sobre o jeito de ser de cada um, especialmente dos colegas, viram slides sobre estilos ressaltando a importância em respeitar a cultura, os gostos dos outros.
Em seguida observaram recortes de revistas, fizeram momento de leitura de imagens e textos relacionados a estas imagens.
Após, observaram o estilo de algum colega da sala de aula, ouvindo opiniões dos demais, passando assim a conhecer mais os gostos dos colegas. Após identificarem o que mais tem a ver com cada um, os alunos realizaram algumas colagens, escrevendo no cartaz os gostos de cada um.
Cada aluno recebeu questões relacionadas com estilo próprio para descrever seu próprio estilo de falar, música, entre outros.
Fizeram leitura e análise de diferentes textos onde cada pessoa descreveu de forma diferente o mesmo texto de acordo com seu próprio estilo. Por exemplo os modos peculiares de cada radialista esportivo anunciar o mesmo gol em um jogo de futebol; várias pessoas descrevendo um lago segundo suas profissões e um texto de humor onde um assaltante de cada região do país retrata uma cena de assalto, em seguida os alunos viram que além da linguagem, os textos revelavam comportamentos ou hábitos caracterizando povos e culturas diferentes e para finalizar os alunos fizeram uma dramatização e realizaram atividades sobre o texto, identificando em cada uma das cenas apresentadas, palavras ou expressões próprias de cada estado ou região do país.

Comentamos sobre estilos musicais como a música católica(sacra), fandangos, quadrilhas, modinha, romântica, dança de salão, Rancho carnavalesco, samba, maxixe, indígena, Frevo, Axé, canções sertanejas, rock, pop, lambada(mistura de samba, maxixe e dança erótica), fank(remix), que é uma manifestação do momento.
Também sobre a influência na moda. Os estilos mais procurados que são o fank(preto), emo, hip hop(samba da região carioca).

Com a disseminação do acesso à internet e outros (MP 4 players) é cada vez maior o número de jovens que consomem músicas e vídeos on line.



A reportagem foi um estudo muito importante também, que envolveu imagens e legendas, sua produção podia ser sobre estilos.
Pesquisa para revelar o comportamento dos jovens com relação a essas mídias na web. Quantos por cento assistem semanalmente? Em que idades? Quantos compram cds? Etc.
Comentário sobre a adaptação a este novo cenário, músicos e emissoras de tv estão buscando formas alternativas para arrecadar dinheiro.





TRABALHANDO COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL



Foram utilizadas várias imagens para produzir um texto coletivo e trabalhar coesão e coerência textual.
A produção foi feita no grande grupo, levando imagens variadas para a sala. Estas foram espalhadas viradas para baixo. Um aluno começava pegando uma imagem e começando também a história relacionada com a figura. Outro aluno pega outra figura e dá continuidade à história sobre sua figura escolhida, observando a coesão e a coerência do que relata. Assim prossegue o relato até terminarem todas as imagens espalhadas pelo chão. Cada imagem e história contada pelo colega é uma surpresa para os demais, o que torna a atividade mais atrativa. Foi escolhido um redator para ir escrevendo resumidamente a história.



















CONSIDERAÇÕES FINAIS



Neste projeto de ensino foram usadas muitas imagens como objeto de estudo. Foram realizados muitos questionamentos durante as aulas, a fim de colher informações complementares, impressões e opiniões de todos os alunos sobre o desenvolvimento do trabalho e leitura correta do que as imagens significavam para eles. Foi muito importante também este trabalho para a observação da capacidade das pessoas em interpretar corretamente imagens.
A observação de estilos também foi desenvolvido em aula, aproveitando leituras de imagens e foram muito importantes para os alunos observarem a significação de imagens diversas e reforçar que devemos respeitar os estilos de cada um quanto a roupa que gosta de usar, o tipo de música que prefere ouvir, a dança que gosta, etc.
De acordo com a temática do projeto, desenvolvemos algumas oficinas, foram apresentados também quebra-cabeças em cartolinas para os alunos desenharem, escreverem e montar.
Os alunos tiveram uma participação ativa, ficaram muito interessados, participaram ativamente em todas as atividades propostas.
As propostas atenderam principalmente as temáticas sobre o meio ambiente, violência e meios de comunicação, principalmente a internet.
























BIBLIOGRAFIA


-Projeto Araribé: Português/ obra coletiva, ed Moderna, ed. Responsável Áurea Regina Kanashiro, 2006.

-Folha de São Paulo, 2002, TP5- Estilo, coerência e coesão, parte 1.

-Freire, Paulo, Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

-Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães. Português e Linguagens. Ed. Saraiva 5 . ed- São Paulo: Atual, 2005.

-Redação Prática, DCL, São Paulo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PROJETO "POR UM ENSINO VIVO"


PROJETO: “OFICINA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS”
















POR UM ENSINO VIVO DA LÍNGUA PORTUGUESA










PROFESSORAS:
ANTONIETA INÊS MAINARDI TAMIOZZO
ROSANE DE FÁTIMA DA SILVA SCHIAVO










CAMPO NOVO DO PARECIS – MT, 2009






ÍNDICE




1- IDENTIFICAÇÃO


2- INTRODUÇÃO


3- JUSTIFICATIVA


4- OBJETIVO GERAL


5- OBJETIVOS ESPECÍFICOS


6- FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA


7- DELIMITAÇÃO


8- METODOLOGIA


9- DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


10- AVALIAÇÃO


11- BIBLIOGRAFIA


12- ANEXO







INTRODUÇÃO


O presente projeto tem como objetivo cativar o leitor e aproximá-lo do texto, resgatando assim o prazer da leitura e da criação. Sabe-se que muitas são as queixas sobre a falta de estímulos dos alunos para ler e escrever. Sendo assim, o projeto “Por um ensino vivo da Língua Portuguesa” foi criado para aperfeiçoar o desempenho linguístico do aluno tanto em sua modalidade oral como escrita.
A partir dos resultados obtidos em sala de aula, sentimos a necessidade de criar uma oficina de leitura e, para atingir nossa meta, lançamos mão dos mais variados recursos: jogos, brincadeiras, música, gincanas de leituras, concursos. É de fundamental importância incentivar a leitura, não se esquecendo de que, só assim, nos realizaremos plenamente, quando estabelecemos uma ligação entre nós e o que lemos, adicionando toda a nossa experiência de vida. Falamos da leitura em seu sentido mais amplo, não mera decodificação de símbolos gráficos.
O projeto desenvolverá uma oficina durante o ano letivo, para que os alunos só tenham a acrescentar na sua aprendizagem.








JUSTIFICATIVA

Tendo em vista a realidade escolar, onde há uma grande preocupação com a leitura e a escrita dos alunos, é que achamos oportuno trabalhar com oficinas de leitura e produção de textos, porém de forma mais significativa.
A aprendizagem do aluno na escola está fundamentada na leitura. Entretanto esse tipo de interação muitas vezes não é oferecido para as crianças, onde o texto escrito nem sempre corretamente interpretado, constituindo-se no maior obstáculo do sucesso escolar.
A oficina de leitura “Por um ensino vivo da Língua Portuguesa” tem como principal objetivo criar um espaço para a leitura, mostrando a importância da mesma. A leitura dirigida, através de brincadeiras fará com que os alunos sintam prazer em ler cada vez mais, criando assim o seu hábito de leitura. É claro que a leitura tem lá os seus concorrentes: a televisão, o computador, os jogos eletrônicos. Mas também tem particularidades que são só suas, como a interação entre a palavra escrita e a imaginação do leitor, o doce exercício de solicitude que a leitura demanda, mostra o muito que se aprende quando se lê.









OBJETIVO GERAL

Promover um espaço adequado para a produção de textos de forma viva e criativa e, acima de tudo, vinculadas às situações concretas de uso do aluno e também uma forma dinâmica de leituras e interpretações textuais.




















OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Apresentar atividades para aguçar o interesse pela leitura e a produção de textos.

· Valorizar a experiência de cada criança e oportunizar o seu desenvolvimento dentro e fora da escola.

· Oferecer leituras que vão de encontro com as necessidades de cada aluno.

· Criar o hábito da leitura, despertando para sua fundamental importância na vida de cada cidadão.

· Socializar o aluno através da leitura.







FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Ler e escrever na atualidade, ao contrário do que às vezes se diz, nossa época é por excelência o tempo do escrito. Nenhuma tarefa, hoje pode ser levada a bom termo sem o recurso da leitura e da escrita. Quer se trate de tarefas profissionais, de tarefas ligadas à vida cotidiana, de lazer ou desempenho da cidadania. É necessário, portanto, antes de tudo, saber ler. Todos aqueles que não dispõem deste domínio, se acham condenados à dependência e tornam-se presas fáceis de manipulação e de opressão.
O sucesso escolar, profissional, a liberdade do cidadão em que a criança se tornará futuramente, tudo depende de sua capacidade de leitura.
Nas séries iniciais precisa-se enfocar, principalmente a destinação subjacente ao aprendizado da linguagem escrita pela criança, ou seja, que em sua vida adulta, ela possa dominar o amplo espectro de mensagens que a sociedade contemporânea lhe transmite.
O trabalho com leitura tem como finalidade à formação de leitores competentes e, consequentemente, a formação de escritores, pois a possibilidade de produzir textos eficazes tem sua origem na prática de leitura, espaço de construção da intertextualidade e fonte de referência modeladora. A leitura, por um lado, nos fornece a matéria-prima para a escrita: o que escrever. Por outro lado, contribui para a constituição de modelos: como escrever.
Não estamos falando de escritores profissionais, acredita-se que a leitura, em sua definição plena, seja o princípio necessário para buscar a verdadeira função do aluno na aprendizagem no contexto geral, criando condições para que a criança tenha gosto pela leitura.
A escola, como local onde os saberes entre os sujeitos devem ser trocada, comparada, dividida, renovada tem um papel a exercer; cuidar para que o aprender seja uma conquista prazerosa. Pode-se aprender brincando através de atividades diversificadas, oferecendo aos alunos todos os tipos de leitura, seja de ficção, informativa, literária e mais, a diversidade de linguagens utilizadas pela nossa sociedade.
Com bons leitores teremos um país de igualdade, críticos, conscientes. Os alunos mais comodistas, entretanto, tendem preferir as informações mais prontas e pausterizadas da televisão, do rádio, dos filmes e da internet. O que leva o professor a assumir uma das duas posturas possíveis: assumir como verdadeira a generalização de que os jovens de fato não gostam de ler, ou se empenhar em desenvolver nos seus alunos o gosto pela leitura através de atividades diversificadas, lúdicas e, sobretudo adequadas ao nível de maturidade e interesse dos alunos.







DELIMITAÇÃO

A presente proposta destina-se aos alunos da “Escola Municipal 04 de Julho”, localizada no município de Campo Novo do Parecis, durante todo o ano letivo, associando aos conteúdos programáticos.
Cada turma desenvolverá atividades diferentes, as quais serão expostas na escola para a apreciação de toda a comunidade escolar. Este trabalho envolverá todas as turmas do ensino fundamental.
OBS: O trabalho já foi iniciado este esse ano e será dado continuidade no ano de 2010 e pretendemos manter a interdisciplinaridade com outras disciplinas na medida do possível.














METODOLOGIA

A metodologia é de fundamental importância, pois é um elo de mediação durante o processo ensinoaprendizagem e sabe-se que não existe uma metodologia de ensino perfeita, mas caminhos a serem percorridos para se atingir os objetivos propostos. Assim, para a execução deste projeto, partir-se-á de caminhos que proporcionem o elo entre o que será apresentado, e aquilo que os alunos vivem no seu dia a dia.
Nesta proposta de trabalhar leitura e interpretação no decorrer do ano letivo de 2009 e 2010, daremos continuação às montagens dos livrinhos e exposição aos alunos da escola, pais e comunidade dos trabalhos diversos produzidos pelos alunos a partir das leituras que fizerem.

Durante o ano letivo de 2010, o estímulo à leitura será da seguinte forma: gincanas, roda de leituras, hora do conto, jornal mural, jogos, paródias e concursos. Os materiais a serem utilizados serão: jornais, revistas, livros de literatura, textos diversificados, fábulas e contos.






DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

As atividades propostas no decorrer do ano letivo deverão partir de leituras diversificadas, abordando a interdisciplinaridade, ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual, pluralidade cultural, informação, literaturas e acima de tudo, deverão refletir numa prática crítica e dinâmica que valorize a interação professor/aluno e aluno/aluno, bem como a participação da família na escola.
Serão atividades diversificadas como debates, seminários, atividades em grupo envolvendo todos os alunos interessados.















AVALIAÇÃO

A avaliação tem como objetivo a constatação e verificação dos resultados das atividades realizadas. É através dela que se pode chegar a uma conclusão dos resultados e se os objetivos foram atingidos.
A avaliação está presente no dia a dia de todos e principalmente na escola. Nesta proposta, a avaliação será diagnóstica. Os alunos farão atividades individuais e em grupos e serão acompanhados e orientados, refazendo as atividades se necessário para seu melhor desenvolvimento.














RECURSOS

§ Sulfite
§ Toner
§ Aparelho de som
§ CDs e DVDs
§ Televisão
§ Vídeo cassete
§ Locação de fitas de vídeo e DVDs
§ Revistas
§ Jornal
§ Mural
§ Pastas
§ Máquina fotográfica
§ Tinta para computador
§ Cartolinas
§ Papel pardo
§ Papel cartão
§ Livros de literatura
§ Gibis
§ Armário
§ Quiosques



BIBLIOGRAFIA

BASTOS, Neusa Maria Oliveira Barbosa. O papel do Professor no Ensino de Língua Poruguesa. Selimunto. Editora. São Paulo: 1ª edição, 1995.
FACETTO, Antonio Paim. Cem aulas Sem tédio. Língua Portuguesa. Sugestões práticas, dinâmicas divertidas para o professor. Editora Instituto Padre Réus. Porto Alegre, 2000.
LUCKESI,Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 5ª ed., 1997.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Língua Portuguesa (!ª a 4ª SÉRIES). Secretaria de Educação Fundamental – Brasília.
POSSENTI, Sirio. Por que (não) ensinar gramática na Escola. Campinas São Paulo: ALB. Mercado de Letras, 1996.
RICHE, Rosa e Hadda, Luciane. Oficina da Palavra: Ler e Escrever Bem para viver melhor. São Paulo: FTD. 5ª ed., 1994.









ANEXO

Tendo em vista que no momento da leitura deve-se ter um ambiente adequado para que o aluno se sinta descontraído e desta forma adquira o interesse de ler, nossa escola oferece lugares adequados, o pátio é arborizado e com quiosques para realização das atividades de leitura.
Apresentaremos algumas fotos referentes às atividades já realizadas neste ano letivo:

terça-feira, 10 de novembro de 2009

GÊNERO TEXTUAL – REPORTAGEM
Para a estrutura de um texto jornalístico, as imagens também são de muita importância.
Nós podemos ler as mais variadas reportagens em jornais e revistas. Uma reportagem faz uma cobertura ampla de um tema, investiga a origem, as causas, as conseqüências de um tema. A reportagem contém a investigação do fato pelo jornalista, a entrevista com especialistas e outras pessoas envolvidas. Ela também pode apresentar informações por meio de fotos, mapas, etc.
Começamos o trabalho sobre reportagem, com demonstrações, usando recortes de jornais e também com observações e comentários sobre os passos da reportagem em revistas diversas. Vimos em que aspectos a reportagem difere da notícia, a estrutura de ambos.
Lemos uma reportagem no próprio livro didático, observando o depoimento de especialistas da área pesquisada e outras pessoas envolvidas para comprovação dos fatos.
Os alunos fizeram entrevistas com os próprios colegas para comprovação de algumas opiniões sobre um tema sugerido ,ouvindo opiniões, com exemplos concretos sobre o tema. Eles aprenderam também o que é legenda e produziram uma com observação de uma imagem, podendo esta ter caráter explicativo ou interpretativo.
Em seguida foram elaboradas algumas questões para que os alunos revissem o que havia sido lido e estudado, como a qual é a função do boxe, qual a importância do depoimento dos especialistas, etc.
Após os alunos pesquisaram na sala de informática a estrutura e tipos de reportagem e após eles planejaram suas reportagens, anotando as idéias mais importantes, escolhendo as pessoas para a entrevista e entrevistando, tendo em vista o foco sugerido, anotando as respostas, tendo em vista a posterior escrita da sua reportagem.
Finalmente os alunos produziram sua reportagem sobre dois temas sugeridos, mas alguns alunos ao sentirem dificuldades ao realizar seu texto, escreveram sobre assuntos sobre os quais ouviram falar com mais freqüência, desenvolvendo suas reportagens sobre temas escolhidos por eles próprios, como a fome, a gripe suína, dentre outros.

sábado, 7 de novembro de 2009

GÊNERO TEXTUAL: DIÁRIO



Começamos estudando que diário é o registro que a pessoa faz para si mesma, de pensamentos, sentimentos, opiniões, experiências e acontecimentos do seu dia a dia; e que em geral as anotações são datadas e o destinatário é o próprio autor.
Em seguida lemos um fragmento escolhido para a leitura chamado “De saco cheio”. O personagem principal é um típico adolescente de 14 anos. Neste trecho Peter e sua irmã têm versões diferentes para um mesmo fato.
Aproveitamos então para estudar “Ponto de vista”, que um mesmo fato pode ser analisado de diferentes pontos de vista, percebe-se quando o narrador interfere, julga, comenta, prevê o comportamento das personagens, expressa suas idéias e opiniões.
Os alunos viram que um texto de diário apresenta sempre bastante subjetividade, pois revela o ponto de vista de quem escreve.
Fizemos leitura de trechos de diários (fictício e verídico), onde estudamos um pouco sobre a história de uma menina de 12 anos durante a guerra da Bósnia, trecho do “Diário de Zlata”, sobre o qual fizemos análise e interpretação.Depois lemos um pouco também sobre Anne Frank que escreveu seu diário durante a Segunda Guerra Mundial, um dos livros não-ficcionais mais lidos no mundo.
Os alunos retiraram livros na biblioteca, dando preferência para diários. Após produziram trechos de diários os quais foram trocados entre turmas para leitura. O objetivo foi alcançado e eles sentiram-se importasntes e posteriormente montagem de livrinhos para empréstimos na comunidade.
No início, houve certa dificuldade devido a rejeição por parte dos meninos para produção, pois diziam que isso era coisa de menina, percebia-se um certo preconceito, mas com muita conversa foi possível convence-los a produzirem algo também.
A culminância foi feita com o filme “Diário de uma paixão” com posterior análise e questionário de interpretação.
GÊNERO TEXTUAL : DESCRIÇÃO




Na primeira semana do mês de Maio nas turmas de oitavos anos foi estudado sobre a descrição subjetiva e objetiva; interpretação de um fragmento de descrição, generalizações e particularizações.
Após fizemos um jogo de adivinhações com mímicas ou descrições verbais, a escolha dos alunos, para que os demais colegas descobrissem sobre quem ou o que estavam se referindo. Foram lidos modelos de produções de livros, vendo as principais características de cada sequência tipológica.
Em seguida os alunos identificaram a mistura de tipos textuais, observando se predominava a objetividade ou a subjetividade do narrador na descrição.
Alguns alunos preferiram descrever seu animalzinho de estimação, ou um amigo, ou um lugar. Ficaram livres para escolher, poderiam descrever algum objeto específico de muita utilidade para ele, porém, só poderiam revelar sobre o que estavam falando na última linha do texto.
O resultado foi bom, os alunos produziram textos descritivos usando aspectos físicos, psicológicos ou com tom mais humorístico, após, eles apresentaram para os colegas. Trocamos também entre turmas para leitura. Percebemos e comentamos sobre o tamanho dos textos que foram muito curtos e não atenderam o que foi pedido, poderia ter sido melhor se eles escrevessem textos maiores.












GÊNERO TEXTUAL: BIOGRAFIA


Primeiramente vimos que biografia é a escrita sobre a vida de alguém. Como os alunos já haviam estudado autobiografia, produção com base em fotografia, em primeira pessoa, ficou mais fácil compreenderem a biografia escrita em terceira pessoa.
Em algumas aulas ministradas no mês de Maio nas turmas de oitavos anos, foi realizada primeiramente a leitura da biografia de Carlos Drumond de Andrade para as turmas, bem como contos e poesias de sua autoria.
Após, lemos também biografias de outros escritores, conforme o gosto de cada aluno.
Fizemos análise de alguns textos para a identificação dos tipos de informações que os constituem.
Finalmente foi feita a elaboração da biografia em terceira pessoa, de alguém importante na escola ou comunidade.
Por ser a semana do dia das mães, foi sugerido para que os alunos fizessem entrevista e escrevessem sobre suas próprias mães ( a origem, idade, onde estudou e viveu, seus sonhos...)
A principal dificuldade dos alunos foi a falta de informações sobre quem eles escreveriam, por isso foi dado mais tempo para leitura e informação através de entrevistas.











RÓTULOS


Primeiramente foi pedido aos alunos para que trouxessem embalagens vazias ou rótulos de alimentos, bebida, cosméticos ou outros para serem observados e analisados.
Começamos conversando sobre a que gênero textual os rótulos pertencem e quais as informações que eles transmitem.
Saíram várias idéias para comentários e estudos, como: Quais tipos de linguagens são utilizadas; por que sabe-se se um produto é de limpeza ou alimentação; se perecível ou não; os tipos e utilidades; se produto caro é necessariamente o melhor;a data de validade, peso, para que serve cada um; conscientização sobre o meio ambiente, consumo, prejuízo ao solo; identificação através do código de barras; diferenciação entre produto e marca; variações lingüísticas; regiões onde foi fabricado; tempo de preparo, qualidade e quantidade, diferentes tipos e gêneros, etc.
Em seguida os alunos produziram um produto, montando um rótulo para ele, ou usaram um já existente para produzir outra embalagem para o mesmo, usando a criatividade, ilustrando e dando o máximo de informações possíveis sobre pó produto.
Finalmente foram feitas as apresentações com questionamentos como sobre quem não sabe ler, como faz para identificar o produto; alguns rótulos de alimentos preferidos pelas crianças não contêm informações corretas e em excesso causam danos à saúde; o que devemos fazer se na embalagem não constar alguma informação importante, etc.












CARTA

A introdução do trabalho foi feita com uma conversação a respeito do projeto desenvolvido pela professora de Ensino Religioso que nos pediu para que trabalhássemos a estrutura da carta, uma modalidade textual, os dados importantes e necessários à escrita desta, algumas instruções relacionadas à data, abreviações dos pronomes de tratamento e outros.
Fizemos um resumo sobre os assuntos comentados e lidos no decorrer da aula. Vimos sobre o emissor (remetente) e o receptor (destinatário), que a carta é uma modalidade redacional livre, onde pode aparecer narração, descrição, reflexão ou parecer dissertativo; vimos também que a abordagem e a linguagem na carta, vai depender a que fim ela se destina e que as cartas podem ser amorosas, familiares, didáticas, apreciativas ou críticas, doutrinárias.
Falamos também sobre exemplos de cartas em nossa literatura, exemplificando; Estudamos a carta persuasiva, comentando sobre cada item indispensável tanto na dissertação quanto na carta, como a organização, a coerência, a unidade, a clareza, a concisão e a criticidade.
Em seguida conversamos sobre carta de amor com a leitura de um modelo para a turma. Após, foram lidas pelos alunos individualmente, outros modelos de cartas selecionadas no ano anterior, para que observassem a estrutura e o fim a que se destinavam.
Por último os alunos escreveram uma carta seguindo a sequência e o conteúdo sugeridos.








CONVITES



Enquanto nos preparávamos para nossa festa junina, resolvemos produzir convites para a mesma. Trabalhamos a partir de alguns materiais disponíveis como fotos e reportagens. Comentamos o tema sobre diversidade cultural, sobre outras festas que já haviam acontecido em nossa cidade, discutindo sobre as mesmas; as quermesses, forrós, bailes e outras formas que ocorram com outros nomes, como rezas, jogos, etc.
Lemos e comentamos o texto “Festa Junina,” de Sávia de Dumont”, tirada do livro: “O Brasil em Festa”. Após os comentários, conversamos sobre diferentes festas, cantores e bandas; comidas e bebidas típicas, etc.
Em seguida os alunos foram questionados sobre que festa, quando seria, onde, como seria organizada e que atrativos teria. Foram distribuídas folhas sulfite para que produzissem seus convites, os quais seriam usados posteriormente para incentivar outras pessoas da comunidade a participar de nossa festa.



















HISTÓRIA EM QUADRINHOS



Aproveitando a semana do transito, e o concurso do Denatran que acontece todo o ano, recolhemos materiais relacionado com este tema, na biblioteca da escola e desenvolvemos um trabalho com duas turmas de oitavos anos. Os alunos já haviam assistido um vídeo sobre o tema. Foram distribuídos livros para leitura e análise.
Foi realizado um debate sobre vários assuntos relacionados ao trânsito, como a importância do respeito à sinalização, tanto por parte do motorista como do pedestre; os tipos de dificuldades encontradas diariamente no trânsito da cidade; o uso do cinto de segurança; opiniões sobre a comunicação no trânsito, se é necessário, como acontece, exemplificações de códigos não verbais, entre outros.
Os alunos fizeram entrevistas com os próprios colegas e posteriormente com motoristas e outros profissionais da área.
Foram feitos questionamentos orais, fazendo colocações sobre a importância de lermos as mensagens transmitidas pelas placas de sinalização, pelos gestos e sons dos agentes de trânsito, pelas luzes do semáforo; que as vezes, mensagens demais impedem a boa comunicação que deve acontecer o tempo todo no trânsito; que os motoristas devem respeitar as faixas de pedestres e que os alunos ao saírem às ruas também devem fazer sua parte.
Por último, os alunos produziram uma história em quadrinhos relacionada ao trânsito

RELATÓRIO - CONTOS

Estudamos o conceito de conto, sendo uma narrativa em torno de um único conflito. Lemos modelos escritos por diferentes escritores, interpretando-os posteriormente Pegamos livros de contos na biblioteca fazendo leituras e posteriormente contando alguns contos para os colegas.
Para incentivo aos alunos para que escrevessem posteriormente seus contos, foi pedido que falassem uma experiência que foi inesquecível na vida deles. Como exemplo, eu também contei uma experiência própria, escrevendo a história para que lessem.
Cada aluno narrou o que aconteceu expondo sensações sobre o acontecido.
As produções mais interessantes foram digitadas para a montagem de um livro com o título: “Aconteceu Comigo”, apresentando seus contos reais.

sábado, 11 de julho de 2009

RELATÓRIO - ANÚNCIO PUBLICITÁRIO

OFICINA SOBRE ANÚNCIO PUBLICITÁRIO

Um gênero textual muito usado e que muitas vezes as pessoas visualizam e não sabem interpretar. Então é necessário aprender a compreender que nem sempre um anúncio tem o objetivo de fazer propaganda, mas também de alertar, vender um serviço, etc.
Esta oficina foi desenvolvida com todos os alunos de oitavos anos da Escola Municipal 04 de Julho.
Primeiramente em sala de aula, foi explicado o que é um texto publicitário, analisando alguns sem fins lucrativos, como o da Organização Internacional que se dedica às questões de proteção ao meio ambiente, outro relacionado às coisas de gênero feminino, produzido para o dia internacional da mulher, outro anúncio pedindo participação das pesssoas para soluções inovadoras para os problemas sociais, também uns com fins lucrativos em que os autores querem vender um produto ou destinado à venda de um serviço.
Interpretamos todos através de questionamentos e opiniões dos alunos. Conversamos sobre diversos anúncios, incluindo aqueles recortados dos jornais e revistas levados para a sala, dizendo o que entendeu, quais os objetivos, a idéia principal, a mensagem captada, que tipo de preocupação mostra o anúncio, qual é o símbolo, por que é chamado de determinado modo,
etc.
Para finalizar o trabalho os alunos produziram um anúncio com um logotipo de sua preferência.
Foi possível associar aos conteúdos programados anteriormente, trabalhando além das interpretações, as vozes do verbo, períodos, sinais de pontuação, entre outros.